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EUGÉNIO DE ANDRADE – Último Poema

EUGÉNIO DE ANDRADE (Póvoa de Atalaia, Portugal, 1923 — Porto, 2005) Poeta ÚLTIMO POEMA É Natal, nunca estive tão só. Nem sequer neva como nos versos do Pessoa ou nos bosques da Nova Inglaterra. Deixo os olhos correr entre o fulgor dos cravos e os dióspiros ardendo na sombra. Quem assim […]

via EUGÉNIO DE ANDRADE – Último Poema — Blogue dos Autores

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Categorias:Uncategorized

Filipe Miguel

O que escrevo serve para expressar situações, momentos, sentimentos... do dia a dia de todos nós. Amores e desamores. Amores clandestinos...
Os textos aqui escritos não são autobiográficos. Mas podem ser biografias de mim e de muitos de nós, aqui e além. É neste pequeno véu que fica por levantar que se encontra a sublime sensação que o resto, o resto só a nós (seres apaixonados, românticos, sensíveis, loucos...) pertence!

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