“Nuit”

O poeta que há em mim.

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Tuas curvas encantam
O teu perfume excita
A lua estende o tapete vermelho
Pra você passar

Chamando o pecado
A maçã mordida pela sua boca
Instiga o imaginário
Até que é ordinário

Queime!
Queime!

A noite e suas alegorias
Calhordas e larápios
Lábios carnudos
Lhe chamando

A luz vermelha acesa
A porta entre aberta
O convite não precisa ser feito
O olhar já aceito

Queime!
Queime!

Sua pele arde
Como a larva que o vulcão espele
Tua boca cheia de desejo
Despeja blasfêmia e furor.

Queime!
Queime!

Mariposa bate asas
Não se engane com as raposas
Ela fecha a porta
E apaga a luz

A escuridão toma posse
Só se escuta gemidos
Na calada da noite
Onde Inocência não há…

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