Era amor; e ainda é

Cafelina

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Os olhos dele tem cor de café. Fito-os por um segundo e ali mesmo me perco. Mergulho naquele mundo castanho escuro que combina tanto com o resto dele: forte, intenso. Às vezes nos apaixonamos pelo olhar de alguém, pela forma como esta pessoa nos olha; ou, então, (e acho essa teoria muito mais provável) combinamos detalhes e nos apaixonamos pelo conjunto.

Eu não o amo porque os olhos dele têm a cor de minha bebida favorita; tampouco porque eles ficam naquele misto de “quase-abertos-quase-fechados” quando o despertador toca de manhã e ele se espreguiça todo enquanto aperta o botão da soneca. Não o amo por causa dessas coisinhas triviais, mas amo cada uma delas porque fazem parte dele.

Ele me ganhou aos poucos, e me teve inteira antes mesmo que um de nós dois percebesse. Um passo de cada vez, era o que eu repetia a mim mesma. Um passo…

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