Perguntas…

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Filipe Miguel

Perguntas feitas, respostas dadas. Confere a esperança que nos alimenta todos os dias.
Perguntas que não sabemos que escrever.
Perguntas que doem só de ler.
Perguntas que nunca pensamos em receber.
Dor que fere dentro do nosso coração.
São tão frias estas perguntas.
Que fazem nos questionar a nossa solidão…
Simples perguntas que geram um turbilhão de sentimentos, provavelmente o teu silêncio espelha a tua agonia de não me teres aí! Será?

Filipe Miguel

Perguntas...

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Pensamento do dia

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Gostar não se impõe! Não temos gostar de alguém pela sua aparência. São razões mais fortes, mais verdadeiras, mais genuínas, mais incontroláveis de controlar, porque sentimentos sentem-se e nunca se impõem.

Filipe Miguel

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Leiria Film Fest

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Todos os primeiros sábados de cada mês, pelas 15 horas, o Auditório António Campos, no Museu de Imagem em Movimento de Leiria (M|i|mo), será palco da exibição de um grande clássico do Cinema, seguido de uma pequena conversa em ambiente informal.

Organizadas pelo Leiria Film Fest, estas sessões de Cinema com entrada livre são direccionadas para todos os públicos e pretendem, acima de tudo, fortalecer a partilha de experiências e conhecimento sobre Cinema.

O objectivo destas sessões passa pela criação de um público interessado em Cinema, partilha de experiências e conhecimento, transformando-as num espaço lúdico e pedagógico para todos os interessados, oferecendo uma excelente oportunidade de ver ou rever grandes clássicos do Cinema que já não se encontram em sala, na actualidade.

Estejam atentos!

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Um pouco de poesia.

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O poeta que há em mim.

As Flores do Mal

Charles Baudelaire

AO LEITOR

A tolice, o pecado, o logro, a mesquinhez
Habitam nosso espírito e o corpo viciam,
E adoráveis remorsos sempre nos saciam,
Como o mendigo exibe a sua sordidez.
Fiéis ao pecado, a contrição nos amordaça;
Impomos alto preço à infâmia confessada,
E alegres retornamos à lodosa estrada,
Na ilusão de que o pranto as nódoas nos desfaça.
Na almofada do mal é Satã Trimegisto
Quem docemente nosso espírito consola,
E o metal puro da vontade então se evola
Por obra deste sábio que age sem ser visto.
É o Diabo que nos move e até nos manuseia!
Em tudo o que repugna uma jóia encontramos;
Dia após dia, para o Inferno caminhamos,
Sem medo algum, dentro da treva que nauseia.
Assim como um voraz devasso beija e suga
O seio murcho que lhe oferta uma vadia,
Furtamos ao acaso uma carícia esguia

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