Reviver é recordar amor

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Filipe Miguel

Hoje estive junto ao mar e como é intenso caminhar junto a ele, olhar no seu horizonte e poder libertar muitas das minhas angústias.
Gosto de pessoas bem dispostas, pessoas com personalidade, pessoas de sorriso alegre, de abraço apertado, pessoas de coração grande, que fazem amigos só pela amizade e amam só pelo amor.
Porque as nossas memórias permanecem, também é delas que vivemos, boas ou más, elas fazem parte do nosso livro chamado Vida. Por vezes queremos mudar logo de página, outras queremos ainda manter.
Dentro de nós guardamos tudo, incluindo os nossos mais profundos desejos e segredos.
O amor é lindo, faz a gente sofrer muitas vezes, mas é amor e não ódio, só por isso já vale a pena amar.
Vivemos num tempo em que quando estraga, é mais fácil trocar por novo, já ninguém tem paciência para arranjar. Cada coração precisa de um tempo para cicatrizar…

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Ciclistas vão “conquistar” as 12 Aldeias Históricas numa aventura sem igual em Portugal

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As bicicletas já estão a postos e as inscrições abertas para mais uma edição da grande aventura The Castles Quest. Um evento único, em Portugal, que leva os participantes a conhecer as 12 Aldeias Históricas de Portugal.

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De 15 de setembro a 23 de setembro de 2018, os “cavaleiros” vão voltar a lançar-se à conquista de aldeias, castelos e fortalezas, depois do grande sucesso que constituiu a edição do ano passado. Em vez de cavalos, as montadas são bicicletas BTT, o que torna o The Castles Quest um desafio particularmente estimulante e que perdura na memória dos participantes.

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Esta é uma aventura efetuada em total autossuficiência, que pode ser vivida a solo, ou em equipas de dois ou de quatro elementos. O participante está por sua conta e risco, numa filosofia de bikepacking. O desafio é percorrer centenas de quilómetros, com total autonomia, em locais de elevado interesse histórico, como são os territórios onde estão inseridas as Aldeias Históricas de Portugal. A resistência e o sentido de orientação dos ciclistas irão ser postos à prova.

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O The Castles Quest não é uma competição, uma vez que não há classificações nem pontuações, nem há vencedores ou derrotados. No entanto, a missão tem de ser terminada num limite máximo de tempo.

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O desafio pode ser realizado em duas modalidades: uma aventura de oito dias, que começa às 14h30 do dia 15 de setembro e que tem como limite o final do dia 23 de setembro; e uma aventura mais curta, de dois dias, entre 22 e 23 de setembro.

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Na aventura de oito dias, o percurso a realizar segue a GR22 – Grande Rota das Aldeias Históricas. O percurso circular, de 600 quilómetros, começa e termina na Aldeia Histórica de Linhares da Beira e a missão dos participantes será “conquistar” as 12 Aldeias Históricas de Portugal – Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso. Os ciclistas subirão um total acumulado de 13.398 metros.

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Os participantes da aventura de dois dias irão também pedalar pela GR22, durante 329 quilómetros. A partida e a chegada serão igualmente em Linhares da Beira.

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Os participantes que conseguirem completar a missão, conquistando todas as tão desejadas Aldeias Históricas de Portugal, serão nomeados nobres “cavaleiros” do The Castles Quest, título certificado exclusivamente pelas Aldeias Históricas de Portugal, entidade promotora da iniciativa.

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As diferentes possibilidades de dormida, refeição e serviços complementares serão disponibilizadas antecipadamente aos participantes, através do Adventure Guide. E, apesar de a aventura ter como conceito-base a autossuficiência, a organização assegura a assistência de segurança e técnica, sempre que for solicitada pelos participantes.

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De salientar também que, além do desafio e da aventura, o The Castles Quest apresenta uma componente histórica extremamente rica – até porque os territórios atravessados oferecem uma monumentalidade sem igual. Nesse sentido, a organização irá surpreender os participantes com momentos inesperados, de forma a tornar este desafio verdadeiramente inesquecível.

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As inscrições estão abertas e podem ser feitas no website da iniciativa, em www.thecastlesquest.bike

Esta é uma iniciativa das Aldeias Históricas de Portugal, apoiada pelo Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Podem acompanhar tudo aqui:
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Descoberta inédita de corais profundos nos mares da Madeira

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Uma equipa de Investigadores do Observatório Oceânico da Madeira descobriu uma concentração considerável de corais profundos a uma profundidade de dois mil metros, ao largo da ilha da Madeira, na zona da Ribeira Brava, com o auxílio de um robot subaquático.

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“Para a Madeira é com certeza inédito”, afirmou Rui Caldeira, diretor do OOM, adiantando não ser “muito comum ver-se em mar profundo uma concentração tão grande de espécies de corais” como aqueles que foram encontrados em frente à Ribeira Brava, concelho a oeste do Funchal.

O (OOM) tem um projeto financiado por fundos do FEDER e parte deste projeto visa ir ao mar para recolher nova informação, depois de uma campanha oceanográfica feita em 2017 que foi focada essencialmente na zona costeira da ilha da Madeira, tendo regressado este ano, durante o mês de julho.

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Em colaboração com o Instituto Hidrográfico e a Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental foi possível ter na região o ROV Luso, (do inglês Remotely Operated Vehicle), um veículo de operação remota utilizado no estudo e na exploração do oceano a bordo do navio da Marinha Portuguesa NRP Almirante Gago Coutinho.

“Foi durante a tarde do dia cinco de julho de 2018 que o ROV Luso fez o seu primeiro mergulho a sul da Ilha da Madeira. Após 1 hora e 30 minutos de descida, o ROV Luso poisou na planície abissal, a cerca de 2.000 metros de profundidade, ao largo da Ribeira Brava”, relatou.

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Depois de este ser movimentado junto ao fundo, “a equipa de investigadores encontrou pela primeira vez na região uma grande concentração de corais de mar profundo, espécies com grande valor ecológico e importantes indicadores climáticos”, disse.

Ressalvou que não sendo especialista em corais, lhe é permitido, no entanto, afirmar que a descoberta dos corais é “um bom indicador da qualidade ambiental, por um lado, e como têm um esqueleto de carbonato de cálcio têm muitas assinaturas das alterações climáticas, sendo um indicador importante da saúde do ecossistema”.

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Disse ainda que “as fotos recolhidas pelo ROV Luso ao largo da Ribeira Brava revelam a diversidade de formas e de cores destes corais descobertos nestas zonas totalmente desprovidas de luz (afótica), bem como os complexos ecossistemas que estes ostentam em seu redor”, afirmou.

De acordo com o responsável, o trabalho científico de recolha vai continuar no sentido de se perceber a diversidade do sistema, numa equipa constituída por investigadores portugueses.

Ribeira Brava

Ribeira Brava

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Livro Amores Clandestinos

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“…
Crescemos nas dificuldades, nas quedas que damos, quando fazemos escolhas erradas e reconhecemos o nosso erro. A vida é uma autentica aprendizagem sabendo ouvir, ir à luta usando os bons valores e ensinamentos.
…”

Filipe Miguel

2 Não sou perfeito, mas vou à luta     Amores Clandestinos.PNG

Este pequeno excerto foi retirado do livro “Amores Clandestinos”.
O livro já se encontra à venda nos locais habituais e em http://www.chiadobooks.com/livraria/amores-clandestinos