Dia Mundial da População

O Dia Mundial da População é uma data comemorativa instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 11 de Julho de 1987, quando o planeta chegava aos 5 biliões de habitantes. Atualmente a população mundial já ultrapassa 7 biliões, inspirando a (ONU) a criar este dia em 1989 e a comemorar anualmente esta efeméride a 11 de julho.

Estima-se que a evolução da população mundial registe um aumento anual de 75 milhões de pessoas. Quanto à distribuição da população mundial, a maior parte da população encontra-se na Ásia, com a China e a Índia no topo dos países mais populosos do mundo.

O objetivo do Dia Mundial da População é alertar para as questões do planeamento e do desenvolvimento populacional, quando muita gente não tem acesso a cuidados de saúde, por exemplo. Outro problema sério é a escassez dos alimentos, sendo que a sua distribuição é desequilibrada, com abundância nos países desenvolvidos e carência nos países subdesenvolvidos. A poluição, as epidemias e o uso de contracetivos são outros temas relacionados com a população mundial abordados pela ONU nesta data.

Todos os anos o dia realiza-se à volta de um tema específico. Em 2016 o destaque vai para o tema “Investir em raparigas adolescentes”, as quais enfrentam desafios constantes, como a desistir da escola e a procriar, com especial incidência nos países em desenvolvimento.

Segundo a UNFPA, os problemas de saúde reprodutiva continuam a ser principal causa de doença e de morte em mulheres em idade fértil em todo o mundo. Perto de 222 milhões mulheres gostariam de evitar ou atrasar a gravidez devido à falta de planeamento familiar eficaz, enquanto que cerca de 800 mulheres morrem todos os dias em trabalhos de parto.

Osotimehin disse que, ajudando a dar respostas às necessidades destas 222 milhões de mulheres, iria ajudar a prevenir 21 milhões de nascimentos não planeados, a ajudar a prevenir 79 mil mortes maternas e 1,1 milhão de mortes infantis.

Além disso, ele disse que cerca de 1,8 mil milhões de jovens estão a entrar em idade reprodutiva, muitas vezes sem os conhecimentos, capacidades e serviços de que necessitam para se protegerem – e as suas necessidades e os direitos humanos devem ser tratados com urgência.

“Temos também de prestar especial atenção às necessidades específicas dos jovens – particularmente raparigas adolescentes. Complicações na gravidez e de parto são hoje relatados como sendo a principal causa de morte entre raparigas entre os 10 os 19 anos, na maioria dos países em desenvolvimento, enquanto que as maiores taxas de doenças sexualmente transmissíveis estão entre os jovens com idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos”, disse o chefe da agência da ONU diz.

Acrescentou ainda que o planeamento familiar é um direito humano básico, no entanto “continua a ser insignificante, a menos que exista acesso a métodos contraceptivos, informação e a serviços que lhes permitam exercer esse direito”.

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Podem acompanhar tudo aqui:
https://filipemiguel.blog

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