Dia Internacional da Alfabetização

O dia 8 de setembro foi declarado em 1967, pela ONU e pela UNESCO, como o Dia Internacional da Alfabetização, com o propósito de fomentar a alfabetização nos vários países e com o objetivo de despertar a consciência da comunidade internacional e chegar a um compromisso mundial com relação ao desenvolvimento e à educação.
O processo da aprendizagem de ler e escrever (alfabetização) está diretamente relacionado com o desenvolvimento de um país, conforme indicam pesquisas na área. Quanto mais pessoas analfabetas, menor é o índice de desenvolvimento.
Por esse motivo, nas últimas décadas vários países têm assumido o compromisso de combater o analfabetismo. Atualmente, a alfabetização atinge cerca de 85% da população mundial, de acordo com dados da ONU.
No entanto, estima-se que ainda existem quase 800 milhões de adultos no mundo que não sabem ler, escrever ou contar, e aproximadamente 250 milhões de crianças consideradas analfabetas funcionais (não conseguem interpretar os textos).
O desenvolvimento económico, o progresso social e a liberdade dos seres humanos dependem do estabelecimento de um nível básico de alfabetização em todos os países do mundo.
O objetivo não é apenas alfabetizar, mas fazer com que os jovens e adultos saibam interpretar um texto criticamente e que desenvolvam prazer com a leitura.

Fala-se em alfabetização básica, quando uma pessoa sabe ler, escrever e conhece as principais regras de cálculo. Segundo a UNESCO, uma pessoa é analfabeta quando não consegue ler ou escrever uma pequena frase sobre sua vida. No entanto, aos números mencionados acima, podemos adicionar as centenas de milhões de “analfabetos funcionais”, pessoas que sabem ler e escrever uma frase simples, mas não vão muito além disso. Por exemplo, não sabem preencher um formulário, interpretar um artigo de jornal ou usar os números na dia-a-dia.
Talvez a definição mais correta de alfabetização seja do pedagogo brasileiro Paulo Freire: “A alfabetização é mais, muito mais, que ler e escrever. É a habilidade de ler o mundo, é a habilidade de continuar aprendendo e é a chave da porta do conhecimento”.

Abaixo a lista de países com as maiores taxas de analfabetismo no mundo:
Sudão do Sul: 73%
Afeganistão: 71.9%
Burkina Faso: 71.3%
Níger: 71.3%
Mali: 66.6%
Chade: 64.4%
Somália: 62.2%
Etiópia: 61%
Guineia: 59%
Benin: 57.6%
Serra Leoa: 56.7%
Haiti: 51.3%
Senegal: 50.3%
Wallis e Futuna: 50%
Gâmbia: 48.9%

Podem acompanhar tudo aqui:
https://filipemiguel.blog

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