Escrevo o que sinto

Aquilo que escrevo!
Escrevo o que penso, o que sinto, o que vivo, o que sonho, tudo o que me vai na alma. Por vezes a escrita é o silêncio das minhas palavras sentidas e não ditas. São sonhos meus em silêncio e não concretizados, traduzidos por palavras de sentimentos e de uma sensibilidade saudosa e silenciosa.

Palavras não ditas, acabam por ser uma dor interna que pode doer mais do que qualquer ferida aberta.
Palavras escritas, são um alívio da dor. São como um medicamento ou analgésico nos tratasse essa dor. Palavras escritas podem não curar, mas aliviam e amenizam a dor e a ferida das palavras não ditas.

Os meus escritos são feitos de sonhos, amor, desejos, desejos silenciosos, silenciosas saudades… são escritos de uma vida fraseada, de momentos, impulsos, experiências sentidas, vividas, sonhadas ou imaginadas.
As palavras descrevem por vezes tudo aquilo que não dizemos em palavras, quando não se tem a coragem para assumir o que sentimos! Através de personagens idealizadas, consigo dizer tudo o que me vai na alma. Afinal também sou um ser humano, talvez mais sensível que muitos outros e mais tímido e fechado, mas não é por isso que deixo de ser menos humano que outros.
Assim sou eu! Não sou perfeito, nem quero ser. A perfeição tira-me o brilho, a cor e o sabor à vida. Tira a minha essência, a pureza da minha pessoa e a energia de seguir sempre em frente.
Nesta vida apenas quero uma coisa.
Quero apenas ser feliz!

Filipe Miguel

Podem acompanhar tudo aqui:
https://filipemiguel.blog

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