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A nossa ilha

Adoro o verão!
Adoro quando chega o verão. Tudo fica mais leve. Tudo fica mais alegre.
Sol. Calor. Roupas reduzidas, muito reduzidas e transparências. Bebidas frescas. Os dias ficam maiores e as noites mais loucas e longas.
Com a chegada do verão, há uma maior diversão. Mais viagens. É a chegada das benditas férias… Enfim, Eu gosto é do verão!
É a minha época favorita do ano.
Adoro viajar. Ir conhecer novos lugares, ver novas pessoas, novos costumes e tradições, experienciar uma nova gastronomia, para mudar de ares, quebrar rotinas… mesmo apesar de o fazer sozinho, nunca perco a vontade de sair e viajar. Mas chega um dia em tudo pode mudar.
A vida coloca a pessoa no nosso caminho para construirmos algo belo e bonito. E aí estás tu!
Conheci-te recentemente, sim muito recente. Mas sinto que já te conheço desde sempre. És um bem para mim, és a mais bela flor do jardim. Passava horas só a olhar para ti sem me cansar.
Este verão vou viajar, sim gosto muito de viajar. E este ano vens comigo, vamos os dois viajar.
O destino das nossas férias?
O destino das nossas férias pouco importa. O que importa é que tu fazes parte das minhas férias.
Adoro praia, tu adoras praia. Há anos que penso em ir passar férias numa ilha. Vamos? Queres ir? Claro que queres! Então está decidido, este ano vamos de férias para a ilha, para a nossa ilha! A nossa ilha é um autêntico paraíso.
Falaram-nos de umas pequenas ilhas desertas muito bonitas, que parecem autênticos cartões postais.
Alugamos um barco e lá fomos nós os dois. Pedimos ao hotel para nos preparar um lanche para levarmos, para fazermos um piquenique romântico e escaldante. Sim, porque a ilha vai estar deserta, a ilha vai ser só nossa. Vai ser só tu e eu.
Pegamos na lancheira, fomos até à marina alugar o barco e lá fomos tu e eu.
Chegados à ilha, amarrei o barco e lá fomos nós na nossa aventura. Nem tenho palavras para descrever a ilha, é mesmo um autêntico postal.
Águas cristalinas, areia fina e branca, praia selvagem… como eu adoro e tu adoras.
Aquele cenário pedia mais, pedia muito mais.
Um postal perfeito. Águas cristalinas, areia fina e branca, praia selvagem, tu e eu. O que podia pedir mais? Tinha tudo ali. Tinha a paisagem perfeita e tinha-te a ti, a mulher mais bela e perfeita aos meus olhos. Tinha-te a ti, tinha tudo o que eu precisava.
O dia estava belo e quente. Estendemos uma toalha no chão à sombra de umas árvores que nos faziam a sombra perfeita para o nosso piquenique.
Foi um começo de piquenique normal, mas eu queria mais, tu querias mais.
Sob o teu corpo coloquei alguma fruta para comer, à medida que ia comendo ias ficando sem roupa. Depois foi a tua vez.
Já os dois sem roupa, abrimos uma garrafa de champanhe. Entornei sobre os nossos corpos e começamos a beber os nossos corpos. Bebi pelos teus seios e pelo teu clitóris. E tu bebeste pelo meu corpo todo e fizeste parecer o meu pénis uma torneira. Amamo-nos logo ali, logo na hora. O clima pedia isto tudo, pedia o meu corpo no teu e o teu no meu.
O melhor cenário de férias que poderia desejar era este. Águas cristalinas, areia fina e branca, praia selvagem e deserta, tu e eu despidos, cobertos de fruta e de champanhe para comermos e bebermos os nossos corpos e amamo-nos logo ali mesmo, sem receios nem pudores.
Fazer amor contigo ali na hora, foi inesquecível. Foram sensações indescritíveis, que apenas os nossos corpos saberão descrever.
Ficava ali para sempre, para sempre contigo.
Ser teu para sempre e tu para sempre minha.
E assim foram as nossas férias.
Anda!
Queres vir para a ilha comigo!?

  • Filipe Miguel

Podem acompanhar e seguir tudo aqui:
https://filipemiguel.blog

ou através da página Filipe Miguel-Blogger e Escritor no facebook em:
https://www.facebook.com/FilipeMiguel.Escritor/

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Categorias:Desejo, Amor & Romance Literatura

Filipe Miguel

O que escrevo serve para expressar situações, momentos, sentimentos... do dia a dia de todos nós. Amores e desamores. Amores clandestinos...
Os textos aqui escritos não são autobiográficos. Mas podem ser biografias de mim e de muitos de nós, aqui e além. É neste pequeno véu que fica por levantar que se encontra a sublime sensação que o resto, o resto só a nós (seres apaixonados, românticos, sensíveis, loucos...) pertence!

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