Menu Início

Hoje apetece-me roubar-te um beijo

Hoje apetece-me simplesmente cometer um disparate!
Apetece-me olha-te profundamente e pegar em ti com toda a firmeza e todo o desejo que tenho por ti.
Hoje apetece-me assaltar-te. Encostar a minha boca na tua e roubar-te um beijo, talvez dois ou mais. Porque apenas um fica sempre a saber a tão pouco!
Eu guloso, muito guloso. Sou tão guloso que apenas um beijo não me chega. Quero mais. Quero muitos mais. A gula é um dos sete pecados capitais, mas há pecados que valem a pena serem cometidos. Vale sempre a pena correr o risco de roubar-te um (uns) beijo(s).
Há beijos que definem muito!

Hoje apetece-me navegar em ti. Sentir-te intensamente e deixar o desejo fluir de um modo solto, sem barreiras e sem tabus em que tudo o que é permitido para atingirmos o prazer mútuo e o pleno prazer.
Vem. Vem que eu deixo. Vem que eu te levo até lá acima, vou-te levar até ao topo do mundo. Vem que eu quero!
Seja em Sintra, Veneza ou em Paris. O meu lugar perfeito é em ti e nos teus lábios.

Só os ousados ganham o céu… e um bom beijo.
As loucuras do momento são e serão sempre as melhores da vida. São aquelas que nos deixam boas marcas e boas lembranças.
O beijo roubado é um encanto, um prazer único, saboroso, gostoso, maravilhoso…
O beijo pode ser roubado, mas o momento jamais será roubado. Esse fica eternizado na nossa memória para todo o sempre. Um momento que ninguém jamais nos poderá roubar. Porque há beijos (roubados ou não) que jamais se esquecerão!

  • Filipe Miguel

Podem acompanhar tudo aqui no blog. Registem-se no blog para seguirem todas as publicações. Não pagam nada por se registarem no blog 🙂
Acedam em:
https://filipemiguel.blog

ou através da página Filipe Miguel-Blogger e Escritor no facebook em:
https://www.facebook.com/FilipeMiguel.Escritor/

Anúncios

Categorias:Desejo, Amor & Romance Literatura

Filipe Miguel

O que escrevo serve para expressar situações, momentos, sentimentos... do dia a dia de todos nós. Amores e desamores. Amores clandestinos...
Os textos aqui escritos não são autobiográficos. Mas podem ser biografias de mim e de muitos de nós, aqui e além. É neste pequeno véu que fica por levantar que se encontra a sublime sensação que o resto, o resto só a nós (seres apaixonados, românticos, sensíveis, loucos...) pertence!

Deixe um comentário

Faça o login usando um destes métodos para comentar:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: